Capítulo extra - dragões
- Elle Zutan
- 21 de dez. de 2025
- 8 min de leitura
ZAHRAN (APÓS O CAPÍTULO 22)
— Hora de lutar e ser reivindicado.
Assim que as palavras deixam minha boca, Daryon se move, se jogando em cima de mim do jeito típico dos dragões da Ira: direto, brutal e descuidado.
Tão lindo.
Ele vem rápido, punho fechado, mirando meu maxilar. Eu desvio por pouco, sentindo o vento do golpe passar rente ao rosto, e revido com o cotovelo nas costelas. O impacto ecoa seco, e só não me sinto mal pelo grunhido que solta, pois sei que ele está se divertindo.
— Isso vai ter volta! — Rosna, balançando o rabo como um gatinho travesso antes de avançar na minha direção.
Aí, as coisas que eu vou fazer com esse rabo quando estiver dentro dele...
— Dê o seu melhor, pirralho. Aproveite enquanto consegue andar — provoco, deixando que agarre meu antebraço.
Ele gira o corpo e tenta me derrubar com o peso, mas finco o pé no chão e o puxo comigo, rolando na terra.
Caímos juntos, e enquanto ele tenta acertar meu rosto, eu uso a vantagem da posição para virar o jogo, girando o corpo para prender a perna dele entre as minhas.
Em um segundo, Daryon está de costas na terra quente da clareira, comigo montado sobre seus quadris, segurando os pulsos cheios de escamas negras acima da cabeça.
Ele grunhe, tenta se debater, mas eu aperto mais, sentindo o pau dele endurecer contra minha coxa mesmo enquanto luta.
— Só não vá gozar antes da hora, esquentadinho. Eu quero estar na sua bunda quando você derramar — ronrono, abaixando o rosto até quase tocar o dele.
— Vai se foder! — Xinga, os olhos dourados faiscando desafio enquanto seu membro fica cada vez mais duro e avermelhado contra a minha pele.
— Eu vou, pirralho... Você! — Rio quando ele tenta me jogar para longe, arqueando o corpo de um modo que faz com que seu caralho roce no meu.
O miadinho dengoso que solta não deixa dúvidas de que é exatamente isso que ele quer, então decido que já tivemos luta o suficiente para honrar os costumes do seu povo e podemos ir para a parte que me interessa.
Reivindicá-lo.
— Seja um bom garoto e abra as pernas para mim. — Ordeno, mesmo sabendo que Daryon prefere morrer a me obedecer sem hesitar.
Dito e feito: o moreno rosna alto sua negativa e usa a cauda para agarrar meu pescoço, puxando-me para longe dele.
Acontece que o movimento faz com que seu quadril naturalmente suba, me dando o espaço necessário para enfiar uma perna embaixo da sua e virá-lo de vez, colocando-o de quatro.
A posição certa para foder um companheiro que não quer ceder.
— Eu tinha planejado fazer amor com você, como a Ollina adora falar... — Lanço um olhar rápido para a princesinha, que está com a mão enfiada entre as coxas, completamente boquiaberta, os olhos negros vidrados em nós dois. — Mas, já que está agindo igual um bicho, vai ser fodido igual um!
Daryon solta um gemido alto quando encosto meu peito em suas costas, agarrando firme seu
rabo agitado para que nem ouse pensar em tentar sair debaixo de mim.
Ele tenta fingir que não quer o que está prestes a acontecer, mas também empina a bunda até sentir a glande do meu pau grosso roçar seu cuzinho virgem ansioso, onde eu sei que vai se encaixar perfeitamente.
Como se encaixou na nossa mulher.
— Vem cá, Ollina. Veja que visão maravilhosa estou tendo. — Convido, puxando mais o rabo de Daryon para que ele fique bem empinado. — Olha como nosso companheiro está ansioso para ser fodido por mim.
Nossa princesinha se levanta devagar de onde estava sentada, as pernas trêmulas de desejo.
Ela se aproxima cheirando a vergonha e a curiosidade, e eu rio baixinho quando para do meu lado, a respiração descompassada de luxúria.
— Está molhada, lindinha? — pergunto, a voz baixa e suja, vendo que não consegue parar de encarar o Daryon todo arreganhado. — Essa bocetinha tá escorrendo só de ver ele se rendendo pra mim?
Ollina cora até a raiz dos cabelos, e as bochechas escuras ficam bordô enquanto ela abaixa os olhos para o chão.
O cheiro de excitação fica mais forte quando ela morde o lábio e tenta juntar as coxas, que brilham sob a luz cada vez mais forte do sol.
— S-sim… — confessa num sussurro quase inaudível, a vergonha fazendo a voz tremer.
Pura perfeição.
— O que você acha que eu deveria fazer com ele? — Inclino a cabeça, apertando com mais força o rabo que balança mesmo eu contendo-o.
— V-você disse que ia reivindicá-lo. — Gagueja, seguindo os movimentos do meu dedo, que começou a roçar o cuzinho intocado de Daryon.
— E eu deveria fazer isso com o pau, Ollina? Ou com o rabo, como eu fiz com você?
A princesa fica ainda mais corada — o que eu nem achava ser possível — quando lhe lembro da forma como brincamos anteriormente.
— Com o pau. — Sua voz não treme dessa vez, mas ela fala tão baixo que eu mal escuto.
Daryon, no entanto, parece não sentir dificuldade nenhuma em ouvir a sugestão, pois geme alto ao cravar as garras no chão de terra, buscando estabilidade.
— Vou precisar da sua ajuda, companheira. — Ronrono, arrancando um gritinho agudo do dragão da Ira quando enfio dois dedos no buraco apertado. — Daryon está seco, e meu pau não vai entrar gostoso desse jeito… Precisamos de lubrificante.
— Onde tem? — pergunta ela, toda inocente, piscando os cílios grossos como se estivesse ansiosa para realizar a pequena tarefa.
— No meio das suas pernas — sorrio, adorando como o queixo dela cai e os olhos negros se arregalam numa mistura deliciosa de vergonha e tesão puro. — Enfie dois dedinhos nessa bocetinha melada, molhando-os bem… Depois deslize-os no cuzinho do Daryon, pra que meu caralho entre deslizando nesse buraco virgem que não para de piscar.
Não sei qual dos meus companheiros geme mais alto quando dou a ordem, mas Ollina rapidamente abre as pernas e faz o que eu orientei, brincando com a própria boceta babada.
Ela primeiro espalha o líquido transparente no meu pau, obrigando-me a cerrar os dentes para não perder o controle. Depois, se toca mais um pouco para pegar a excitação que vai tornar a primeira vez do Daryon mais fácil.
Mas não muito.
— Obrigado, princesa. — Agradeço assim que ela posiciona a glande do meu caralho na entrada do moreno. — Pode ir se deitar na frente do Daryon. Ele vai adorar beijar essa bocetinha que o ajudou tanto...
— E-eu não posso olhar primeiro? — questiona, tremendo tanto quanto Daryon pela antecipação.
Desta vez quem geme sou eu pelas suas palavras.
Eu tinha planejado fodê-lo de uma vez, sem dar tempo para Daryon se acostumar com meu tamanho. No entanto, se Ollina ficar aqui, precisarei ir lento para que possa apreciar a vista.
— Claro que pode. — Decido alguns segundos depois, aceitando que este momento não é só meu.
Eles são meus parceiros, e todos nós precisamos aproveitar.
Seja fodendo.
Sendo fodido.
Ou observando...
— Olha pra ela, filhote. — Puxo o rabo de Daryon, obrigando-o a ficar bem empinadinho pra mim. — Olha pra nossa princesa, enquanto ela te olha ser arrombado pela primeira vez.
O dragão de escamas negras vira a cabeça com dificuldade, mas faz o que mandei, fixando os olhos dourados na garota que toca o próprio clitóris enlouquecidamente.
— Ela está se masturbando por você, Daryon... Essa boceta babada só está assim porque ela quer ver meu pau te rasgando… Tomando esse cuzinho bonito e apertado.
Daryon geme alto pelas palavras sujas, e o pau vermelho lateja de encontro à grama, manchando as folhas verdes com o branco perolado do seu pré-sêmen.
Eu enfio devagar, aproveitando a sensação da ponta grossa abrindo o cu dele centímetro por centímetro, sendo ajudado pelo mel da nossa princesinha voyeur.
Porra!
De todos os cus que já fodi, nada se compara com o do filho do meu melhor amigo!
Ollina assiste meu pau desaparecer dentro do nosso dragão da Ira, e pelo modo como choraminga e treme, sei que não vai demorar muito para gozar.
— Porra… Zahran! — Daryon soluça, o corpo tremendo enquanto as garras cravam a terra. — É demais! V-você é grande demais!
— Não seja um frouxo, esquentadinho. A Ollina me levou inteirinho e nem resmungou. Você vai levar também!
Dou um tapa em sua bunda e fico encantado com a pequena risada arrogante que nossa fêmea solta conforme Daryon chora e geme mais.
Perfeita.
Meus dois companheiros são perfeitos!
Eu começo a estocar devagar, deixando Ollina ver cada nódulo desaparecer dentro dele, abrindo o cuzinho que me suga com gula, apesar das reclamações de seu dono.
E, quando ela decide ir se sentar na frente do nosso macho para fazê-lo ocupar a boca com algo mais interessante, passo a meter com vontade.
— Isso, filhote — rosno, puxando o rabo fino como se fosse uma coleira. — Geme na boceta da nossa princesa. Faça ela gozar na sua cara, enquanto eu encho esse cuzinho com minha porra!
Daryon me obedece como se sua vida dependesse disso, e mesmo sem ver, sei que enfiou a língua bem fundo dentro de Ollina, devido ao berro que ela dá.
Acelero mais minhas estocadas, apreciando a visão da minha pretinha segurando firme nos chifres dourados, forçando a cara do dragoniano mais novo contra si.
Ela rebola sem vergonha, usando a boca dele como se fosse um pau, e eu rio por Daryon não conseguir nem mais gemer direito, de tão ocupado que está com a nossa princesa safada.
— Viu só como você é um pirralho de sorte? — Ronrono, dando-lhe outro tapa forte, que deixa a pele clara de um delicioso tom de cor-de-rosa. — Está sendo bem comido, ao mesmo tempo que está comendo... Vai ter gozo preenchendo todos os seus buracos!
Daryon até tenta responder, mas Ollina se tornou uma tirana e parece estar disposta a sufocá-lo em busca do próprio orgasmo, que está cada vez mais perto, se os peitinhos duros, a respiração ofegante e as bochechas vermelhas forem algum sinal.
Decido não me envolver na dinâmica dos dois, sabendo que o moreno aguenta alguns minutos sem ar e o desespero faz com que o prazer se torne mais intenso. Tanto o dele quanto o meu... já que meu pau entra e sai do cuzinho apertado com força, marcando-o profundamente e irremediavelmente.
Meu.
Meu.
Meu.
A palavra deliciosa roda em minha cabeça, juntando-se ao som erótico que vem das minhas bolas batendo na bunda redonda e da boceta molhada desmanchando na língua longa e bifurcada.
Perfeição.
Não tem como descrever esse momento de outro jeito!
Ollina é a primeira a gozar, como eu sabia que seria.
Seu corpo se contorce por inteiro enquanto ela berra nossos nomes, e fico com uma leve inveja de Daryon ao ver as belas coxas femininas apertarem sua cabeça, afogando-o com os jatos quentes de seu orgasmo.
Daryon goza logo depois, esporrando sobre a grama verde sem que ninguém nem sequer o tocasse. Ver a cena e sentir o cuzinho sugando meu pau com força, como se estivesse me mamando, me faz ficar na beira do abismo do prazer, então intensifico minhas estocadas, aproveitando cada segundo antes de enchê-lo com minha porra.
— Z-Zahran! — Ele engasga ao chamar meu nome, e assim que nossos olhos se encontram por cima do seu ombro, sei que estou perdido. — Me faça seu.
Caralho!
Chego a ficar cego com a intensidade do orgasmo, que me atravessa feito um raio, mais intenso do que qualquer outro que eu já tive.
Meu macho.
Meu companheiro.
O presente que o destino me deu, e eu vou cuidar para sempre.
Minha porra transborda do buraco apertado, e eu rosno de prazer ao ver sua pele ser marcada com minha essência conforme puxo devagar, apreciando o cuzinho piscar aberto, quase parecendo pedir mais.
E eu vou dar mais.
Muito em breve.
A vida toda.
Porque ele e Ollina são meus.
Meus para dar todo o prazer do universo.
Pela eternidade.



Livro 2 por favorzinho 😢